Violências Estruturais – O que são?

Você já ouviu falar em violências estruturais? Elas também são chamadas de violências silenciosas ou cotidianas. Isso porque são atos praticados contra o cidadão, principalmente o mais pobre. De tão arraigados em nosso cotidiano, esses atos mal são percebidos, ao contrário da violência física. O núcleo de conteúdos especiais da Rede Minas de Televisão preparou uma série de quatro episódios sobre o assunto. Neste primeiro, entenda o que são essas violências estruturais, e porque elas são flagrantes no Brasil. Pensadores como Eric Nepomuceno (escritor), Luiz Ruffato (escritor), Joviano Mayer (advogado) e Maria Fernanda (professora da UFMG) constroem uma análise sobre essas questões.

Videoaula sobre Max Weber – Racionalidade e Desencantamento

Por que será que existem tantas regras? Por que será que as pessoas estão tão frias? Weber considera que a sociedade está em um processo crescente de racionalização.

Debate sobre segregação socioespacial e intolerância

Por trás do crescimento das cidades existe uma série de decisões, tomadas tanto pelo poder público como pela comunidade, que afetam diretamente no desenvolvimento do espaço urbano. Nesta edição do Nuevo Debate da UFPR TV, a professora Silvana Marta Tumelero, do curso de Serviço Social da UFPR Litoral, fala sobre segregação socioespacial e intolerância.

Videoaula sobre Émile Durkheim – Solidariedade mecânica e orgânica

Nesta videoaula de Sociologia, são apresentadas as teses de Émile Durkheim, importantíssimo pensador no campo das Ciências Sociais, abordando a temática da Divisão do Trabalho Social e as formas de solidariedade social.

Videoaula sobre Émile Durkheim – O fato social

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2rVhmTzVzZA) Durkheim acreditava que os acontecimentos sociais – como os crimes, os suicídios, a família, a escola, as leis – poderiam ser observados como coisas (objetos), pois assim, seria mais fácil de estudá-los. Então o que ele fez? Propôs algumas das regras que identificam que tipo de fenômeno poderia ser estudado pela Sociologia. A esses fenômenos que poderiam ser estudados por uma ciência da sociedade ele denominou de fatos sociais. Assim, a teoria dos fatos sociais é o ponto de partida dos estudos de Durkheim. Entendendo-os como “maneiras de agir, de pensar e de sentir exteriores ao indivíduo, dotados de um poder de coerção em virtude do qual se lhe impõem”, podemos traçar três características que distinguem os fatos sociais: 1 – A coerção social que é a força que os fatos sociais exercem sobre os indivíduos e que os levam a conformar-se às regras da sociedade em que vivem, independentemente de sua escolha ou vontade. 2 – A exterioridade dos fatos sociais que existem e atuam sobre os indivíduos independentemente de sua vontade ou de sua adesão. As regras sociais, os costumes e as leis já existem antes dos indivíduos e independentemente deles. 3 – A generalidade quer dizer que todo fato social é geral, pois se aplica a todos os indivíduos ou à maioria deles. Na generalidade encontra-se a natureza coletiva dos fatos sociais, seu estado comum ao grupo.

Videoaula sobre o contrato social em Rousseau

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=cCMebudVJss&feature=emb_logo) Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) nasceu em Genebra e era filho de franceses calvinistas que fugiram da França por causa das perseguições. Foi talvez o único filósofo iluminista que não nasceu em berço de ouro. Desde muito cedo teve que trabalhar para se sustentar, e em 1742 vai para a França em busca de se destacar profissionalmente como professor de música. Rousseau era um Homem inteligente e escrevia sobre muitos assuntos. Ele escreveu sobre música, poesia, mas foi com Discurso sobre a origem e a desigualdade entre os homens (1755), O contrato social (1762), e Emílio (1762), que Rousseau deixou seu nome marcado na história como um grande filósofo, influenciando com suas ideias os rumos da França e do mundo ocidental por conseguinte. Essas três obras são um todo que formam o seu pensamento político. Suas obras eram tão radicais que ele recebia críticas severas até mesmo de outros filósofos iluministas, principalmente de Voltaire que dizia que se fossemos dar ouvidos a Rousseau teríamos que voltar a andar de quatro. Rousseau é também um grande contratualista, ele escreve sobre a origem do Estado seguindo o mesmo caminho de Hobbes e Locke, mas diverge totalmente de ambos.

Videoaula sobre Karl Marx (1)

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=HGwBJ-GY2rU&feature=emb_logo) Karl Marx nasceu em Trier, em 15 de maio de 1818, filho de Heinrich, advogado, e de Henriette Pressburg, dona de casa. O pai e a mãe de Marx eram de origem judaica. Em 15 de abril de 1841 laureou-se em filosofia, em Berlim, com a tese intitulada Diferença entre a filosofia da natureza de Demócrito e a de Epicuro. Após o caminho universitário, Marx passou ao jornalismo, tornando-se redator da “Gazeta Renana”, órgão dos burgueses radicais da Renânia. Em pouco tempo, Marx tornou-se redator-chefe do jornal. Entretanto, em 21 de janeiro de 1843, o jornal foi oficialmente interditado. Nesse período, Marx estudou Feuerbach, e ficou entusiasmado. No verão de 1843, escreveu a Crítica do direito público de Hegel, cuja introdução foi publicada em Paris, em 1844, nos “Anais franco-alemães”, fundados por Ruge, que convidou Marx para ser co-diretor. Em Paris, Marx entrou em contato com Proudhon e Blanc, encontrou Heine e Bakunin e, sobretudo, conheceu Friedrich Engels, que seria seu amigo e colaborador por toda a vida.

Videoaula sobre Max Weber – Legitimidade e dominação

Para Weber, todas as nossas relações são políticas. Sim! Todas elas envolvem poder. E sim, todos nos passamos por processos de dominação. É isso que é discutido no vídeo abaixo.