Arquivo da categoria: Poder

O poder em Michel Foucault

Michel Foucault foi um filósofo, historiador das ideias, teórico social, filólogo e crítico literário. Suas teorias abordam a relação entre poder e conhecimento e como eles são usados ​​como uma forma de controle social por meio de instituições sociais. No entanto, ele não buscou apresentar uma Teoria do PODER, mas apontou caminhos para identificar de que forma os sujeitos atuam sobre os outros sujeitos.

Videoaula sobre Max Weber: Teoria da Burocracia

Veja como Max Weber entende o conceito de burocracia, compreenda todas as características que envolvem esse fenômeno presente nos Estados contemporâneos.

Videoaula sobre Max Weber – Burocracia

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=trkDwqsRiNI) Max Weber, em relação ao mundo moderno (científico), demonstrava um certo pessimismo e não encontrava saída para os problemas culturais que nele surgiam, assim como para a “prisão” na qual o homem se encontrava por causa do sistema capitalista. Antes da sociedade moderna, a religião era o que motivava a vida das pessoas e dava sentido para suas ações, inclusive ao trabalho. Mas com o pensamento científico tomando espaço como referencial de mundo, certos apegos culturais – crenças, formas de agir – vindos da religiosidade foram confrontados. O problema que Max Weber via era que a ciência não poderia ocupar por completo o lugar que a religião tinha ao dar sentido ao mundo. Se, em contextos históricos anteriores, o trabalho poderia ser motivado pela religião, como foi explicado anteriormente, e agora não é mais, devido à racionalização do mundo, por que, então, o homem se prende tanto ao trabalho? Porque o sistema capitalista – da produção industrial em série e da exploração da mão-de-obra – deixou o homem ocidental sem uma “válvula de escape”. Preso, agora ele vive do e para o trabalho. Tanto em seu grande tratado Economia e sociedade como nos Escritos de sociologia da religião, Max Weber estudou a importância social das formas religiosas de vida. O ponto de partida da história religiosa da humanidade é um mundo repleto de sagrado e, em nossa época, o ponto de chegada é aquilo que Max Weber chama de desencanto do mundo: “A ciência nos faz ver na realidade externa unicamente forças cegas, que podemos dispor a nosso serviço, mas não pode fazer sobreviver nada dos mitos e da divindade com que o pensamento dos primitivos povoava o universo. Nesse mundo desprovido de encantos, as sociedades humanas evoluem para uma organização mais racional e sempre mais burocrática”.

 

O contrato social de Hobbes, Locke e Rousseau

Entenda e conheça as teorias contratualistas de Thomas Hobbes, John Locke e Rousseau.