Arquivo da categoria: Contrato social

O contrato social de Hobbes, Locke e Rousseau

Entenda e conheça as teorias contratualistas de Thomas Hobbes, John Locke e Rousseau.

Entendendo o Leviatã, de Thomas Hobbes (Absolutismo Monárquico)

Querem entender de forma prática a teoria de Thomas Hobbes em “Leviatã”? Então, estão no caminho certo.

Jean-Jacques Rousseau e suas críticas filosóficas

Entenda a Filosofia de Jean-Jacques Rousseau, um dos mais importantes filósofos iluministas.

John Locke: Do contrato social ao Empirismo

Entenda a filosofia de John Locke, suas concepções políticas e epistemológicas.

Videoaula sobre o Contratualismo

Neste vídeo, o Prof. Matheus Passos apresenta as principais características do Contratualismo. O objetivo é deixar claro três aspectos centrais do Contratualismo para o posterior entendimento do pensamento político de Hobbes, Locke e Rousseau. Em apenas sete minutos você irá entender os pontos centrais do Contratualismo e terá uma melhor compreensão de conceitos fundamentais na formação do Estado moderno.

Videoaula sobre o contrato social em Rousseau

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=cCMebudVJss&feature=emb_logo) Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) nasceu em Genebra e era filho de franceses calvinistas que fugiram da França por causa das perseguições. Foi talvez o único filósofo iluminista que não nasceu em berço de ouro. Desde muito cedo teve que trabalhar para se sustentar, e em 1742 vai para a França em busca de se destacar profissionalmente como professor de música. Rousseau era um Homem inteligente e escrevia sobre muitos assuntos. Ele escreveu sobre música, poesia, mas foi com Discurso sobre a origem e a desigualdade entre os homens (1755), O contrato social (1762), e Emílio (1762), que Rousseau deixou seu nome marcado na história como um grande filósofo, influenciando com suas ideias os rumos da França e do mundo ocidental por conseguinte. Essas três obras são um todo que formam o seu pensamento político. Suas obras eram tão radicas que ele recebia críticas severas até mesmo de outros filósofos iluministas, principalmente de Voltaire que dizia que se fossemos dar ouvidos a Rousseau teríamos que voltar a andar de quatro. Rousseau é também um grande contratualista, ele escreve sobre a origem do Estado seguindo o mesmo caminho de Hobbes e Locke, mas diverge totalmente de ambos.

 

Videoaula sobre o contrato social em Thomas Hobbes

Neste vídeo, o Prof. Matheus Passos fala sobre o contrato social em Thomas Hobbes. Explica-se como ocorre, na visão de Hobbes, a criação do contrato social e a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade. Hobbes é um dos autores que usam o contrato social como explicação teórica para o surgimento do Estado moderno.

Videoaula sobre o contrato social em John Locke

Neste vídeo, o Prof. Matheus Passos fala sobre o contrato social em John Locke. Explica como ocorre, na visão de Locke, a criação do contrato social e a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade. Locke é um dos autores que usam o contrato social como explicação teórica para o surgimento do Estado moderno.

Videoaula sobre Thomas Hobbes

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wWQqrQNj8hI&feature=emb_logo) Thomas Hobbes (1588-1679), inglês de família pobre, conviveu com a nobreza de quem recebeu apoio e condições para estudar e defendeu ferrenhamente o poder absoluto, ameaçado pelas novas tendências liberais. Teve contato com Descartes, Francis Bacon e Galileu. Preocupou-se, entre outras coisas, com o problema do conhecimento, tema básico das reflexões do século XVII, representando a tendência empirista. Também escreveu sobre política: as obras De Cive (Do Cidadão) e Leviatã. O que acontece no século XVII, época em que Hobbes viveu? O absolutismo, atingindo o apogeu, encontra -se em vias de ser ultrapassado, e enfrenta inúmeros movimentos de oposição baseados em ideias liberais. Thomas Hobbes nasceu na era de ouro elisabetana, mas sua vida adulta foi marcada por esses conflitos entre reis e o parlamento. Ele era crítico da democracia e por conseguinte, da monarquia parlamentar inglesa. Quando estourou a guerra entre rei e parlamento ele se manteve a favor do rei, e teve que se exilar na França em 1640. Um país onde todo aquele que quisesse defender o absolutismo era bem-vindo. Thomas Hobbes encarou a questão da legitimidade do poder absoluto e da fundamentação da criação do estado em sua grande obra Leviatã, que publicou na França em 1651, dois anos depois da vitória de Cromwell e quando seu governo ditatorial começava a se consolidar. Por que deve existir o Estado e de onde vem o seu poder absoluto? Essa é a pergunta central da obra magna de Thomas Hobbes.