Arquivo da categoria: Absolutismo

O contrato social de Hobbes, Locke e Rousseau

Entenda e conheça as teorias contratualistas de Thomas Hobbes, John Locke e Rousseau.

Entendendo o Leviatã, de Thomas Hobbes (Absolutismo Monárquico)

Querem entender de forma prática a teoria de Thomas Hobbes em “Leviatã”? Então, estão no caminho certo.

Videoaula sobre o Contratualismo

Neste vídeo, o Prof. Matheus Passos apresenta as principais características do Contratualismo. O objetivo é deixar claro três aspectos centrais do Contratualismo para o posterior entendimento do pensamento político de Hobbes, Locke e Rousseau. Em apenas sete minutos você irá entender os pontos centrais do Contratualismo e terá uma melhor compreensão de conceitos fundamentais na formação do Estado moderno.

Videoaula sobre Nicolau Maquiavel – O príncipe

Conheça e entenda a filosofia de Nicolau Maquiavel.

Videoaula sobre o contrato social em Thomas Hobbes

Neste vídeo, o Prof. Matheus Passos fala sobre o contrato social em Thomas Hobbes. Explica-se como ocorre, na visão de Hobbes, a criação do contrato social e a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade. Hobbes é um dos autores que usam o contrato social como explicação teórica para o surgimento do Estado moderno.

Videoaula sobre Thomas Hobbes

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wWQqrQNj8hI&feature=emb_logo) Thomas Hobbes (1588-1679), inglês de família pobre, conviveu com a nobreza de quem recebeu apoio e condições para estudar e defendeu ferrenhamente o poder absoluto, ameaçado pelas novas tendências liberais. Teve contato com Descartes, Francis Bacon e Galileu. Preocupou-se, entre outras coisas, com o problema do conhecimento, tema básico das reflexões do século XVII, representando a tendência empirista. Também escreveu sobre política: as obras De Cive (Do Cidadão) e Leviatã. O que acontece no século XVII, época em que Hobbes viveu? O absolutismo, atingindo o apogeu, encontra -se em vias de ser ultrapassado, e enfrenta inúmeros movimentos de oposição baseados em ideias liberais. Thomas Hobbes nasceu na era de ouro elisabetana, mas sua vida adulta foi marcada por esses conflitos entre reis e o parlamento. Ele era crítico da democracia e por conseguinte, da monarquia parlamentar inglesa. Quando estourou a guerra entre rei e parlamento ele se manteve a favor do rei, e teve que se exilar na França em 1640. Um país onde todo aquele que quisesse defender o absolutismo era bem-vindo. Thomas Hobbes encarou a questão da legitimidade do poder absoluto e da fundamentação da criação do estado em sua grande obra Leviatã, que publicou na França em 1651, dois anos depois da vitória de Cromwell e quando seu governo ditatorial começava a se consolidar. Por que deve existir o Estado e de onde vem o seu poder absoluto? Essa é a pergunta central da obra magna de Thomas Hobbes.

Videoaula sobre o pensamento político de Nicolau Maquiavel

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=D5W4KyMMFyM&feature=emb_logo) As transformações sofridas pelo poder político não passaram despercebidas pelos renascentistas, e a principal, e mais significativa personalidade nesse campo foi o florentino Nicolau Maquiavel (1469 – 1527). Ele assumiu um cargo importante no governo de Florença depois que a família Médici foi afastada do controle da cidade. Trabalhava como diplomata fazendo várias viagens aos grandes reinos que haviam se unificado, e não se conformava com o estado de guerra que se encontrava a Península Itálica. Na época de Maquiavel as cidades mais expressivas dessa região eram: a sua Florença, Milão, Nápoles, e Veneza. Apesar de seu forte comércio elas eram frágeis politicamente e totalmente vulneráveis a ataques externos. Na época dele era a coisa mais comum uma cidade invadir e dominar outra, por isso a sua preocupação. Além disso, Maquiavel acreditava que a região italiana só teria a ganhar se fosse unificada. Mas como fazer isso? Essa é a pergunta central de O Príncipe (1513), a sua grande obra prima que iria mudar totalmente o modo dos homens ocidentais enxergarem a política. Maquiavel é considerado o pai da ciência política moderna porque não escreveu um tratado teórico de como deveria ser o governo ideal. Desde os gregos até sua época, todos fizeram isso. Sua preocupação não era como deveria ser a política, mas sim em como ela é realmente praticada. Com isso em mente, tendo como fundamento empírico as lições que a história havia dado e como se comportavam os grandes políticos de sua época, ele escreveu um manual de como construir um estado forte e como se manter no poder para governá-lo.