Videoaula sobre Karl Marx – As classes sociais
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Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=cCMebudVJss&feature=emb_logo) Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) nasceu em Genebra e era filho de franceses calvinistas que fugiram da França por causa das perseguições. Foi talvez o único filósofo iluminista que não nasceu em berço de ouro. Desde muito cedo teve que trabalhar para se sustentar, e em 1742 vai para a França em busca de se destacar profissionalmente como professor de música. Rousseau era um Homem inteligente e escrevia sobre muitos assuntos. Ele escreveu sobre música, poesia, mas foi com Discurso sobre a origem e a desigualdade entre os homens (1755), O contrato social (1762), e Emílio (1762), que Rousseau deixou seu nome marcado na história como um grande filósofo, influenciando com suas ideias os rumos da França e do mundo ocidental por conseguinte. Essas três obras são um todo que formam o seu pensamento político. Suas obras eram tão radicais que ele recebia críticas severas até mesmo de outros filósofos iluministas, principalmente de Voltaire que dizia que se fossemos dar ouvidos a Rousseau teríamos que voltar a andar de quatro. Rousseau é também um grande contratualista, ele escreve sobre a origem do Estado seguindo o mesmo caminho de Hobbes e Locke, mas diverge totalmente de ambos.
Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=HGwBJ-GY2rU&feature=emb_logo) Karl Marx nasceu em Trier, em 15 de maio de 1818, filho de Heinrich, advogado, e de Henriette Pressburg, dona de casa. O pai e a mãe de Marx eram de origem judaica. Em 15 de abril de 1841 laureou-se em filosofia, em Berlim, com a tese intitulada Diferença entre a filosofia da natureza de Demócrito e a de Epicuro. Após o caminho universitário, Marx passou ao jornalismo, tornando-se redator da “Gazeta Renana”, órgão dos burgueses radicais da Renânia. Em pouco tempo, Marx tornou-se redator-chefe do jornal. Entretanto, em 21 de janeiro de 1843, o jornal foi oficialmente interditado. Nesse período, Marx estudou Feuerbach, e ficou entusiasmado. No verão de 1843, escreveu a Crítica do direito público de Hegel, cuja introdução foi publicada em Paris, em 1844, nos “Anais franco-alemães”, fundados por Ruge, que convidou Marx para ser co-diretor. Em Paris, Marx entrou em contato com Proudhon e Blanc, encontrou Heine e Bakunin e, sobretudo, conheceu Friedrich Engels, que seria seu amigo e colaborador por toda a vida.
Neste vídeo, o Prof. Matheus Passos fala sobre o contrato social em Thomas Hobbes. Explica-se como ocorre, na visão de Hobbes, a criação do contrato social e a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade. Hobbes é um dos autores que usam o contrato social como explicação teórica para o surgimento do Estado moderno.
Neste vídeo, o Prof. Matheus Passos fala sobre o contrato social em John Locke. Explica como ocorre, na visão de Locke, a criação do contrato social e a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade. Locke é um dos autores que usam o contrato social como explicação teórica para o surgimento do Estado moderno.
Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wWQqrQNj8hI&feature=emb_logo) Thomas Hobbes (1588-1679), inglês de família pobre, conviveu com a nobreza de quem recebeu apoio e condições para estudar e defendeu ferrenhamente o poder absoluto, ameaçado pelas novas tendências liberais. Teve contato com Descartes, Francis Bacon e Galileu. Preocupou-se, entre outras coisas, com o problema do conhecimento, tema básico das reflexões do século XVII, representando a tendência empirista. Também escreveu sobre política: as obras De Cive (Do Cidadão) e Leviatã. O que acontece no século XVII, época em que Hobbes viveu? O absolutismo, atingindo o apogeu, encontra -se em vias de ser ultrapassado, e enfrenta inúmeros movimentos de oposição baseados em ideias liberais. Thomas Hobbes nasceu na era de ouro elisabetana, mas sua vida adulta foi marcada por esses conflitos entre reis e o parlamento. Ele era crítico da democracia e por conseguinte, da monarquia parlamentar inglesa. Quando estourou a guerra entre rei e parlamento ele se manteve a favor do rei, e teve que se exilar na França em 1640. Um país onde todo aquele que quisesse defender o absolutismo era bem-vindo. Thomas Hobbes encarou a questão da legitimidade do poder absoluto e da fundamentação da criação do estado em sua grande obra Leviatã, que publicou na França em 1651, dois anos depois da vitória de Cromwell e quando seu governo ditatorial começava a se consolidar. Por que deve existir o Estado e de onde vem o seu poder absoluto? Essa é a pergunta central da obra magna de Thomas Hobbes.
Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=D5W4KyMMFyM&feature=emb_logo) As transformações sofridas pelo poder político não passaram despercebidas pelos renascentistas, e a principal, e mais significativa personalidade nesse campo foi o florentino Nicolau Maquiavel (1469 – 1527). Ele assumiu um cargo importante no governo de Florença depois que a família Médici foi afastada do controle da cidade. Trabalhava como diplomata fazendo várias viagens aos grandes reinos que haviam se unificado, e não se conformava com o estado de guerra que se encontrava a Península Itálica. Na época de Maquiavel as cidades mais expressivas dessa região eram: a sua Florença, Milão, Nápoles, e Veneza. Apesar de seu forte comércio elas eram frágeis politicamente e totalmente vulneráveis a ataques externos. Na época dele era a coisa mais comum uma cidade invadir e dominar outra, por isso a sua preocupação. Além disso, Maquiavel acreditava que a região italiana só teria a ganhar se fosse unificada. Mas como fazer isso? Essa é a pergunta central de O Príncipe (1513), a sua grande obra prima que iria mudar totalmente o modo dos homens ocidentais enxergarem a política. Maquiavel é considerado o pai da ciência política moderna porque não escreveu um tratado teórico de como deveria ser o governo ideal. Desde os gregos até sua época, todos fizeram isso. Sua preocupação não era como deveria ser a política, mas sim em como ela é realmente praticada. Com isso em mente, tendo como fundamento empírico as lições que a história havia dado e como se comportavam os grandes políticos de sua época, ele escreveu um manual de como construir um estado forte e como se manter no poder para governá-lo.
Neste vídeo você assiste a uma aula sobre Movimentos Sociais com Lara Rocha, professora de Filosofia e Sociologia no Descomplica. Você vai entender as principais características e diferenças dos movimentos entre si: os reivindicativos, políticos e os de classe. Além disso, vai entender também os principais movimentos e suas implicações.
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