Videoaula sobre Keynes

Texto do Professor Anderson Pinho (disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z5TF-B_3rjg) De acordo com Sérgio Ricossa, economista italiano de orientação não keynesiana, talvez Keynes não seja o maior economista de nosso século, mas sua Teoria geral tem toda probabilidade de ser o livro de economia mais citado. E há razões para isso. Saído em 1936, ele fornecia ampla explicação teórica da misteriosa catástrofe econômica iniciada em 1929: um colapso repentino dos preços, da produção e da ocupação, um retorno difuso da miséria em nações que haviam demonstrado saber ser ricas. Ao mesmo tempo, a Teoria geral fundava novamente sobre bases novas a ciência econômica, e fornecia aos homens de governo um novo modo de fazer política. Embora pretendendo salvar o regime da propriedade privada, Keynes considerava absurdas as pretensões do liberalismo desenfreado, e era de opinião que seu trabalho provocaria “grande mudança” e subverteria “os fundamentos ricardianos” do marxismo. Já como aluno de Marshall, dotado de forte senso prático, polemista brilhante e conhecedor de vastas áreas da matemática, Keynes influiu de modo decisivo e direto sobre a política de seu pais. Seu ponto de honra foi o de ter resolvido a maior crise do capitalismo sem ter abraçado o marxismo.

Estado de Bem Estar Social – Welfare State

Esta aula tem como objetivo tratar das origens do Estado de Bem-Estar Social e a sua base teórica a partir de John Maynard Keynes. Este modelo de Estado alcança seu apogeu após a II Guerra Mundial e estende-se até os anos 70, quando começa a entrar em crise. Por fim traz uma definição de “política social”. Prof. Dejalma Cremonese – Departamento de Ciências Sociais da UFSM – Site: http://www.capitalsocialsul.com.br

Desigualdade Social: Castas, Estamentos e Classe Social

Neste vídeo fala-se um pouco sobre estratificação social e seus desdobramentos.

Desigualdade social e estratificação social

Entenda os fatores que levam as desigualdade sociais, bem como as concepções de estratificação da sociedade.

John Stuart Mill – Liberalismo

Texto do Professor Anderson Pinho (Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_LSMxMorzow) John Stuart Mill (1806-1873) foi educado de modo metódico e severo pelo pai (é impressionante todo o trabalho que James fazia o filho realizar). Crescido na atmosfera cultural inglesa do liberalismo, amigo do economista francês Jean-Baptiste Say (que visitou na França), influenciado pelos escritos de Saint-Simon e seus seguidores, mais tarde leitor e correspondente de Comte (cujas ideias autoritárias e despóticas refutaria), desde jovem, quando leu Bentham pela primeira vez, em 1821, acreditava possuir o que pode ser chamado de “objetivo de vida”: “ser um reformador do mundo”. E pelo resto de sua vida, John Stuart Mill trabalhou com muita intensidade, dentro da tradição empirista, associacionista e utilitarista, construindo com muita intensidade um conjunto de teorias lógicas e ético-políticas que marcaram a segunda metade do século XIX inglês e que até hoje constituem pontos de referência e etapas obrigatórias, tanto para o estudo da lógica da ciência como para a reflexão no campo ético e político. De fato, se o ensaio Sobre a liberdade (1859) – escrito em colaboração com sua mulher – é um clássico da defesa dos direitos da pessoa, seu Sistema de lógica raciocinativa e indutiva (1843) continua um clássico da logica indutiva.

O poder em Michel Foucault

Michel Foucault foi um filósofo, historiador das ideias, teórico social, filólogo e crítico literário. Suas teorias abordam a relação entre poder e conhecimento e como eles são usados ​​como uma forma de controle social por meio de instituições sociais. No entanto, ele não buscou apresentar uma Teoria do PODER, mas apontou caminhos para identificar de que forma os sujeitos atuam sobre os outros sujeitos.